domingo, 29 de maio de 2016

Folha Manchada X Pata de Fogo

Pata de Fogo sentia seu coração bater mais rápido a cada passo, estava mais nervoso e apreensivo do que nunca! Ele esperava por esse dia há muitas Luas, e agora finalmente tinha conseguido juntar coragem para confrontar a bela Curandeira do Clã do Trovão, Folha Manchada. O Aprendiz traçou seu caminho pelo Túnel de Samambaias de levava até a Toca da Curandeira. O dia estava quente, e uma brisa morna roçou a pelagem do gato ao passo que ele se aproximava da entra da Toca. Ele parou de súbito para analisar o interior da Toca antes de entrar, Folha Manchada estava virada de costas para a entrada sortindo algumas ervas. Pata de Fogo abriu a boca para inalar o doce o aroma da gata, que preenchia o ambiente. Automaticamente, Folha Manchada se virou e o encarou, como se tivesse sentido a presença do Aprendiz. Ela tinha uma expressão serena e calma, como sempre, e correu os olhos pelo corpo do gato para ver se ele estava ferido. Não havia nada demais, apenas uma única coisa que fez a Curandeira abafar uma risadinha: o pênis dele estava completamente ereto.
— Não se preocupe Pata de Fogo, — Ela miou, um pouco corada e sem se dar conta de que o gato a observava com paixão. — É normal isso acontecer com gatos da sua idade, daqui a pouco passa.
O Aprendiz se aproximou ainda mais dela, os dois tinham a mesma altura apesar de ela ser um pouco mais velha. Ele abriu um sorriso malicioso e pressionou seu focinho contra o da Curandeira.
— Acho que você entendeu errado Folha Manchada, sério mesmo que não notou que estou com tesão de VOCÊ?
Ao ouvir essas palavras a gata entrou em estado de choque. Ela sentiu suas pernas tremerem se encolheu um pouco, mas o Aprendiz tinha a deixado encurrala-dá. Eles estavam bem no fundo da Toca, onde nenhum gato podia vê-los ou ouvi-los. O coração de Folha Manchada começou a bater mais rápido quando o aprendiz colocou a pata sobre sua barriga macia, a forçando contra o chão.
— Pata de Fogo, o que você pensa que está fazendo? Eu sou uma Curandeira!
Mas o Aprendiz não diz nada, apenas se inclina sobre ela, fazendo com que a gata ficasse completamente deitada no chão arenoso. A Curandeira sabia que isso não estava certo, mas ele o amava... E não podia negar isso! Por mais que quisesse ela não ia conseguir resistir a ele. Pata de Fogo começou a passar sua língua áspera pelo pescoço de Folhas Manchada, fazendo a gata soltar pequenos gemidos. Ela sentiu uma sensação estranha percorrer seu corpo esbelto, uma sensação que nunca havia sentido antes... E que nenhum Curandeiro deveria sentir! O gato começou a lamber as partes mais baixas dela, indo cada vez mais para baixo até chegar em sua abertura vaginal. Folha Manchada abriu um pouco as pernas, para aumentar o espaço de trabalho do Aprendiz.
— Folha Manchada, — Pata de Fogo miou, depois de acabar de lamber a vagina da gata. — Eu sei que você não pode fazer isso, mas eu te amo...
— Está tudo bem Pata de Fogo, eu também te amo! — Ela se esforçou para se inclinar para frente e deu uma lambida reconfortante no focinho do Aprendiz. — Acho que estou pronta.
Ele fez um sinal positivo com a cabeça e aproximou seu pênis, de tamanho regular, da pequena vagina rosada da Curandeira. Ela ronronou e sentiu a respiração ficar ofegante, nunca havia feito isso antes! Folha Manchada ainda era virgem, e sentiu a tensão dominar seu corpo. Pata de Fogo começou a penetra-lá bem lentamente, a vagina da gata era bem estreita. Ela envolveu ele com as patas, de modo que os dois ficaram coladinhos um ao outro. O Aprendiz avançava bem lentamente, com medo de machucar o corpo frágil dela. Folha Manchada sentiu seus belos olhos côr de âmbar marejarem, numa mistura de dor, prazer e emoção. Percebendo que ela estava gostando, ele aumentou o ritmo. Seu membro entrava e saía da vagina tão rápido, que mal dava pra ver o movimento. As paredes internas da Curandeira se contraíram, como se quisessem prender o membro dele dentro dela. Isso deixava a penetração mais lenta, mais ainda mais prazerosa! Ele começou a dar estocadas mais violentas, fazendo a Curandeira soltar gemidos agudos e contínuos. Ele sentiu um sentimento estranho no seu pênis, estava prestes a gozar. Ao perceber isso, Folha Manchada ficou pasma e se lançou para trás um segundo antes do jato branco explodir. Sua expressão estava repleta de medo, havia escapado por pouco!
— Folha Manchada? Você está bem? — Pata de Fogo perguntou, preocupado com ela.
— Sim, estou bem. — Ela observou o líquido branco e gosmento se espalhar pelo chão da Toca. — Se esse líquido eclodisse dentro de mim poderia ficar grávida, e isso seria péssimo!
— Ah entendi... Me desculpe. — Ele deixa a cabeça pender sobre o peito, meio decepcionado por quase estragar a vida de Curandeira da gata.
— Tudo bem, — Ela se aproximou dele e envolveu seu membro, agora já não mais ereto, com sua cauda felpuda. — Você não sabia disso né? Mas da próxima vez me avise quando for gozar!
— Próxima vez? — Os olhos verdes dele brilharam de empolgação e ele se inclinou para dar um beijo apaixonado em Folha Manchada. — Que tal nos encontramos amanhã na Toca dos Aprendizes? É claro, quando todos os outros saírem do Acampamento.
Ela acenou positivamente e se agachou para lamber o líquido branco com a língua rosada.
— Pode voltar para suas tarefas, eu me viro com a limpeza da Toca! — Ela miou gentilmente, ainda corada, e observou o gato se retirar. "Ah Pata de Fogo, se você soubesse o quanto eu te amo..." Mas antes que pudesse terminar sua frase, ela ouviu choros desesperados e correu até eles para ver o que estava acontecendo. Quando chegou lá encontrou Cara Rasgada, do Clã das Sombras, encurralando os Filhotes de Pele de Geada.
— O que você está fazendo?! — Ela sibilou, com as costas arqueadas.
Ele se voltou para ela e abriu um sorriso malicioso, em seguida pulou sobre a Curandeira e a imobilizou no solo arenoso.
— Hmm, o que temos aqui? — Ele sussurrou com um tom provocativo na orelha da gata. — Acho que está na hora do velho Cara Rasgada se divertir um pouco!
E assim que disse isso, ela percebeu o que estava prestes a acontecer. O Guerreiro introduziu seu membro, três vezes maior que o de Pata de Fogo, na vagina da gata. Folha Manchada gritou de dor, e o sangue começou a escorrer de sua pequena vagina rosada. Filhote de Cinza e Filhote de Samambaia os observavam, horrorizados com a cena grotesca.
— Ei Vadia! Se você continuar gritando, corto sua garganta!
Folha Manchada sentiu o medo de morrer crescer dentro de si, mas a dor era maior e conseguiu supera-lo. Ela sentiu o pênis gigantesco do gato arrombar seu interior, e fluxo de sangue que saia de sua vagina só aumentava cada vez mais. Ela soltou um gemido de dor, e este foi seguido por um grito estridente. Sem hesitar, o gato do Clã das Sombras, levou as garras ao pescoço de Folha Manchada e as cravou na garganta da gata. Seu corpo inerte caiu no chão, e seus belos olhos côr de âmbar se fecharam lentamente.
— Que pena, ela até que era bem gostosa para uma Curandeira. — Cara Rasgada miou indiferente. — Agora me sigam Filhotes, a menos que queiram ter o mesmo destino que essa aí!
Filhote de Samambaia e Filhote de Cinza seguiram o gato, traumatizados pelo resto da vida.


domingo, 22 de maio de 2016

Pata de Urze X Pata de Leão

A Toca dos Aprendizes estava vazia. Pata de Urze olhou em volta, entediada, e se espreguiçou. O Sol já estava a pino, e a Clareira do Acampamento estava repleta de gatos. A aprendiz abocanhou um pedaço de musgo que estava enroscado em sua pelagem e o retirou delicadamente, em seguida ela saiu saltitante pela entrada da Toca. Seu mentor, Pena de Corvo, estava conversando com Cauda Alva, sua mãe. Ela respirou fundo, e pensou em uma forma de sair do Acampamento do Clã do Vento sem ser vista. Hoje ela iria se encontrar com Pata de Leão, o gato com o qual ela havia se apaixonado algumas Luas atrás. Ele era um aprendiz do Clã do Trovão, mas ela não ligava para isso. Os dois se amavam, e era isso o que realmente importava. Só de pensar na ideia de se encontrar com ele, Pata de Urze se animou. Ela deu as costas para a Clareira e correr em direção aos limites do acampamento. Nenhum dos guerreiros a viu, para sua sorte. O acampamento do Clã do Vento era a céu aberto, não haviam paredes ou qualquer tipo de proteção, apenas cavidades no solo que os felinos usavam como Tocas e abrigos.
A aprendiz correu pelas colinas descampadas que circundavam o acampamento, o vente tocava sua pelagem bege e ela sentia as patas pinicarem de entusiasmo. Quando chegou na borda do riacho que formava a fronteira do Clã do Vento com o Clã do Trovão, percebeu que ele já estava lá, esperando ansioso por ela.
A aprendiz sorriu e caminhou até ele. Pata de Leão se jogou sobre Pata de Urze e caiu sobre ela, os dois rolaram colina abaixo, seus corpos colados em uma sintonia. Quando finalmente chegaram a uma superfície plana, Pata de Urze começou a rir:
— Saia de cima de mim!
O aprendiz do Clã do Trovão se inclinou e lambeu a face da gata. Pata de Leão estava corado, o corpo esbelto da gata estendido abaixo dele estava fazendo com que seu membro ficasse duro e ereto. Pata de Urze não fazia ideia do que estava acontecendo, ela tentou se virar de lado para sair de baixo do gato. Mas então, o pênis excitado de Pata de Leão entrou em contato com a barriga rosada da gata. Ela ficou pasma, automaticamente olhou para baixo e percebeu o membro ereto com uma ponta avermelhada que se sobressaía.
— Não é o que você está pensando! — Pata de Leão miou com uma pontada de desespero. — Eu só...
Mas ele não conseguiu terminar a frase, Pata de Urze havia se erguido sobre as patas traseiras e estava inclinada na direção dele. Seus belos olhos lilás cintilaram com entusiasmo e ela aproximou os lábios dos de Pata de Leão. O gato ficou sem ar, ele sentia a tesão tomar conta de seu corpo. Os dois estavam lá, unidos pelos misteriosos laços do amor. Nada mais importava, nem os mesmo o sagrado Código dos Guerreiros. O pênis de Pata de Leão apenas se endureceu mais ainda, ele sentia como se todo o sangue de seu corpo estivesse sendo direcionado para esta região. Pata de Urze se afastou de súbito e abafou uma risadinha com a pata:
— Pata de Leão, — Ela soava sincera. — Hoje sou só sua, quero que faça o que desejar comigo!
Assim que disse isso, a gata se deitou de costas no chão arenoso. Sua cauda estava enrolada sobre o lugar onde ficava sua vagina. Pata de Leão sentiu seu pênis latejar, o fato de não conseguir ver a extremidade da gata apenas o deixava mais excitado. Pata de Urze também sentia tesão; diferente da maioria das gatas, ela não estava nem um pouco apreensiva ou insegura. Cauda Alva já havia conversado com ela sobre isso, ela disse que devia fazer somente quando se sentisse pronta para isso. A aprendiz respirou fundo e fitou Pata de Leão, que estava erguido acima dela. Seu membro era incrivelmente grande e espesso, para um aprendiz. Isso só fez com que ela se excitasse ainda mais, e sem pensar duas vezes: retirou a cauda que estava enrolada entre suas pernas, deixando sua abertura vaginal completamente exposta. Pata de Leão se inclinou lentamente para a frente, e a ponta de seu pênis todos os lábios molhados da vagina de Pata de Urze, que soltou um ronronar prazeroso.
— Posso? — Ele levanta o olhar para ela, cheio de tesão.
Ela acenou positivamente, e então o gato agarrou a cintura dela com as duas patas, e com seu membro posicionado devidamente, a puxou para si. Uma onde de prazer inundou os dois, a aprendiz começou a mexer os quadris delicadamente, fazendo com que o pênis dele deslizasse de um lado para o outro dentro dela. Pata de Leão estava em êxtase, ele mal conseguia respirar. O interior quente e apertado de Pata de Urze estava deixando ele louco, então mais uma vez tirou e enfiou seu membro na vagina dela.
— Isso é tão bom, — Pata de Urze sente sua vagina se contrair de prazer, as paredes internas se apertam e o espaço para o pênis de Pata de Leão diminui, mas isso só aumenta o prazer do gato e ele aumenta o ritmo. — E-eu te amo...
Estimulado pelas palavras dela, o aprendiz começa a dar estocadas mais profundas. Os gemidos de Pata de Urze ficam mais agudos ao passo de que o pênis dele penetra cada vez mais fundo em sua vagina virgem. Um filete de sangue saia de sua abertura, mas ela mal tinha notado, o prazer era tanto que a dor nem lhe incomodava.
— Eu vou gozar!
Dito isso, um jato de líquido branco e gosmento explodiu dentro da vagina de Pata de Urze, e ela soltou um gemido estridente. Todos os músculos de Pata de Leão estavam tencionados, e ele dava pequenas tremidas de prazer. O aprendiz retirou seu membro delicadamente, e quando este saiu estava envolvido em gozo e outros líquidos. A gata esticou as pernas e soltou um suspiro de prazer e alívio, em seguida ela se levantou e estendeu a língua na direção do pênis de Pata de Leão. Ela fazia movimentos circulares em volta do membro, e fazia sua língua áspera percorrer cada extremidade. Pata de Leão sentiu sua respiração ficar mais rápida e a cada lambida dela, seu membro ficava mais duro e se enchia de prazer.
— P-pata de Urze... — Ele falou ofegante.
— Está gostando disso? — Ela mia com uma voz provocativa enquanto começa a chupar os grandes testículos do gato.
Neste exato momento, um pequeno jato de gozo saiu do pênis do aprendiz, não tão grande quanto o outro.. Mas ainda assim era o suficiente para fazê-lo gemer de prazer. Pata de Urze engoliu o líquido, e passou a língua mais uma vez pelas extremidades do gato antes de se afastar um pouco.
— Ah Pata de Leão, — Ela miou com uma voz doce e delicada. — Foi tão maravilhoso!
Ele corou um pouco, as palavras dela o alegraram. A aprendiz se virou de costas para ele e mostrou sua vagina recém-fudida. Estava avermelhada e uma mistura de líquidos escorria por ela e suas extremidades.
— Fico feliz que você gostou. — Ele também se levantou e caminhou até a gata, e gentilmente começou a lamber a vagina dela.
— Por favor pare. — Ela mia em um tom sério, se afastando dele.
— Eu fiz algo errado? — Pata de Leão pergunta, se sentindo rejeitado.
— Não, — Ela olha para baixo ainda seria. — É que tenho que voltar para o acampamento antes que percebam que eu saí, e se descobrirem que fizemos isso... Estamos mortos!
Ele deixou a cabeça pender sobre o peito, ainda um pouco decepcionado, mas concordou. Pata de Urze caminhou em direção às colinas que cercavam o acampamento do Clã do Vento, e desapareceu. Pata de Leão, por sua vez, ainda ficou lá por mais algum tempo: e nem desconfiou que um par de olhos côr de âmbar o observava com raiva. Por fim, ele resolveu retornar para o Clã do Trovão, seu pênis pendia de sua barriga, ainda excitado pela transa. O gato lançou um olhar para ele e deu um sorrisinho malicioso:
— Parasse que meu brinquedo quer mais! Acho que Pata de Gelo vai adorar dar uma cavalgada nele, mas é melhor eu me apressar.
E assim que disse isso, desapareceu entre os grandes Carvalhos que cercavam o território do Clã do Trovão. Neste exato momento, o par de olhos saiu de seu esconderijo em um arbusto. Era um gato preto e magro, de longas pernas e patas retintas. Ele rangeu os dentes:
— Como Pata de Urze pode gostar de um gato como esses? Eu seria um companheiro mil vezes melhor para ela, se ela ao menos soubesse que eu existo...
Ele mia meio tristonho, e em seguida, também retorna ao acampamento. Seu pênis fino estava duro de tesão, apesar de odiar Pata de Leão, só o fato de poder contemplar o corpo perfeito de Pata de Urze já o deixada excitado.