domingo, 22 de maio de 2016

Pata de Urze X Pata de Leão

A Toca dos Aprendizes estava vazia. Pata de Urze olhou em volta, entediada, e se espreguiçou. O Sol já estava a pino, e a Clareira do Acampamento estava repleta de gatos. A aprendiz abocanhou um pedaço de musgo que estava enroscado em sua pelagem e o retirou delicadamente, em seguida ela saiu saltitante pela entrada da Toca. Seu mentor, Pena de Corvo, estava conversando com Cauda Alva, sua mãe. Ela respirou fundo, e pensou em uma forma de sair do Acampamento do Clã do Vento sem ser vista. Hoje ela iria se encontrar com Pata de Leão, o gato com o qual ela havia se apaixonado algumas Luas atrás. Ele era um aprendiz do Clã do Trovão, mas ela não ligava para isso. Os dois se amavam, e era isso o que realmente importava. Só de pensar na ideia de se encontrar com ele, Pata de Urze se animou. Ela deu as costas para a Clareira e correr em direção aos limites do acampamento. Nenhum dos guerreiros a viu, para sua sorte. O acampamento do Clã do Vento era a céu aberto, não haviam paredes ou qualquer tipo de proteção, apenas cavidades no solo que os felinos usavam como Tocas e abrigos.
A aprendiz correu pelas colinas descampadas que circundavam o acampamento, o vente tocava sua pelagem bege e ela sentia as patas pinicarem de entusiasmo. Quando chegou na borda do riacho que formava a fronteira do Clã do Vento com o Clã do Trovão, percebeu que ele já estava lá, esperando ansioso por ela.
A aprendiz sorriu e caminhou até ele. Pata de Leão se jogou sobre Pata de Urze e caiu sobre ela, os dois rolaram colina abaixo, seus corpos colados em uma sintonia. Quando finalmente chegaram a uma superfície plana, Pata de Urze começou a rir:
— Saia de cima de mim!
O aprendiz do Clã do Trovão se inclinou e lambeu a face da gata. Pata de Leão estava corado, o corpo esbelto da gata estendido abaixo dele estava fazendo com que seu membro ficasse duro e ereto. Pata de Urze não fazia ideia do que estava acontecendo, ela tentou se virar de lado para sair de baixo do gato. Mas então, o pênis excitado de Pata de Leão entrou em contato com a barriga rosada da gata. Ela ficou pasma, automaticamente olhou para baixo e percebeu o membro ereto com uma ponta avermelhada que se sobressaía.
— Não é o que você está pensando! — Pata de Leão miou com uma pontada de desespero. — Eu só...
Mas ele não conseguiu terminar a frase, Pata de Urze havia se erguido sobre as patas traseiras e estava inclinada na direção dele. Seus belos olhos lilás cintilaram com entusiasmo e ela aproximou os lábios dos de Pata de Leão. O gato ficou sem ar, ele sentia a tesão tomar conta de seu corpo. Os dois estavam lá, unidos pelos misteriosos laços do amor. Nada mais importava, nem os mesmo o sagrado Código dos Guerreiros. O pênis de Pata de Leão apenas se endureceu mais ainda, ele sentia como se todo o sangue de seu corpo estivesse sendo direcionado para esta região. Pata de Urze se afastou de súbito e abafou uma risadinha com a pata:
— Pata de Leão, — Ela soava sincera. — Hoje sou só sua, quero que faça o que desejar comigo!
Assim que disse isso, a gata se deitou de costas no chão arenoso. Sua cauda estava enrolada sobre o lugar onde ficava sua vagina. Pata de Leão sentiu seu pênis latejar, o fato de não conseguir ver a extremidade da gata apenas o deixava mais excitado. Pata de Urze também sentia tesão; diferente da maioria das gatas, ela não estava nem um pouco apreensiva ou insegura. Cauda Alva já havia conversado com ela sobre isso, ela disse que devia fazer somente quando se sentisse pronta para isso. A aprendiz respirou fundo e fitou Pata de Leão, que estava erguido acima dela. Seu membro era incrivelmente grande e espesso, para um aprendiz. Isso só fez com que ela se excitasse ainda mais, e sem pensar duas vezes: retirou a cauda que estava enrolada entre suas pernas, deixando sua abertura vaginal completamente exposta. Pata de Leão se inclinou lentamente para a frente, e a ponta de seu pênis todos os lábios molhados da vagina de Pata de Urze, que soltou um ronronar prazeroso.
— Posso? — Ele levanta o olhar para ela, cheio de tesão.
Ela acenou positivamente, e então o gato agarrou a cintura dela com as duas patas, e com seu membro posicionado devidamente, a puxou para si. Uma onde de prazer inundou os dois, a aprendiz começou a mexer os quadris delicadamente, fazendo com que o pênis dele deslizasse de um lado para o outro dentro dela. Pata de Leão estava em êxtase, ele mal conseguia respirar. O interior quente e apertado de Pata de Urze estava deixando ele louco, então mais uma vez tirou e enfiou seu membro na vagina dela.
— Isso é tão bom, — Pata de Urze sente sua vagina se contrair de prazer, as paredes internas se apertam e o espaço para o pênis de Pata de Leão diminui, mas isso só aumenta o prazer do gato e ele aumenta o ritmo. — E-eu te amo...
Estimulado pelas palavras dela, o aprendiz começa a dar estocadas mais profundas. Os gemidos de Pata de Urze ficam mais agudos ao passo de que o pênis dele penetra cada vez mais fundo em sua vagina virgem. Um filete de sangue saia de sua abertura, mas ela mal tinha notado, o prazer era tanto que a dor nem lhe incomodava.
— Eu vou gozar!
Dito isso, um jato de líquido branco e gosmento explodiu dentro da vagina de Pata de Urze, e ela soltou um gemido estridente. Todos os músculos de Pata de Leão estavam tencionados, e ele dava pequenas tremidas de prazer. O aprendiz retirou seu membro delicadamente, e quando este saiu estava envolvido em gozo e outros líquidos. A gata esticou as pernas e soltou um suspiro de prazer e alívio, em seguida ela se levantou e estendeu a língua na direção do pênis de Pata de Leão. Ela fazia movimentos circulares em volta do membro, e fazia sua língua áspera percorrer cada extremidade. Pata de Leão sentiu sua respiração ficar mais rápida e a cada lambida dela, seu membro ficava mais duro e se enchia de prazer.
— P-pata de Urze... — Ele falou ofegante.
— Está gostando disso? — Ela mia com uma voz provocativa enquanto começa a chupar os grandes testículos do gato.
Neste exato momento, um pequeno jato de gozo saiu do pênis do aprendiz, não tão grande quanto o outro.. Mas ainda assim era o suficiente para fazê-lo gemer de prazer. Pata de Urze engoliu o líquido, e passou a língua mais uma vez pelas extremidades do gato antes de se afastar um pouco.
— Ah Pata de Leão, — Ela miou com uma voz doce e delicada. — Foi tão maravilhoso!
Ele corou um pouco, as palavras dela o alegraram. A aprendiz se virou de costas para ele e mostrou sua vagina recém-fudida. Estava avermelhada e uma mistura de líquidos escorria por ela e suas extremidades.
— Fico feliz que você gostou. — Ele também se levantou e caminhou até a gata, e gentilmente começou a lamber a vagina dela.
— Por favor pare. — Ela mia em um tom sério, se afastando dele.
— Eu fiz algo errado? — Pata de Leão pergunta, se sentindo rejeitado.
— Não, — Ela olha para baixo ainda seria. — É que tenho que voltar para o acampamento antes que percebam que eu saí, e se descobrirem que fizemos isso... Estamos mortos!
Ele deixou a cabeça pender sobre o peito, ainda um pouco decepcionado, mas concordou. Pata de Urze caminhou em direção às colinas que cercavam o acampamento do Clã do Vento, e desapareceu. Pata de Leão, por sua vez, ainda ficou lá por mais algum tempo: e nem desconfiou que um par de olhos côr de âmbar o observava com raiva. Por fim, ele resolveu retornar para o Clã do Trovão, seu pênis pendia de sua barriga, ainda excitado pela transa. O gato lançou um olhar para ele e deu um sorrisinho malicioso:
— Parasse que meu brinquedo quer mais! Acho que Pata de Gelo vai adorar dar uma cavalgada nele, mas é melhor eu me apressar.
E assim que disse isso, desapareceu entre os grandes Carvalhos que cercavam o território do Clã do Trovão. Neste exato momento, o par de olhos saiu de seu esconderijo em um arbusto. Era um gato preto e magro, de longas pernas e patas retintas. Ele rangeu os dentes:
— Como Pata de Urze pode gostar de um gato como esses? Eu seria um companheiro mil vezes melhor para ela, se ela ao menos soubesse que eu existo...
Ele mia meio tristonho, e em seguida, também retorna ao acampamento. Seu pênis fino estava duro de tesão, apesar de odiar Pata de Leão, só o fato de poder contemplar o corpo perfeito de Pata de Urze já o deixada excitado.


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