segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Estrela Tigrada X Sasha

A chuva caía em um ritmo constante e sincronizado. Os primeiros raios do Sol da aurora já invadiam a Floresta, e algumas das pequenas criaturas que viviam escondidas já saiam de suas Tocas para aproveitar o calor depois de mais uma longa noite gelada. Estrela Tigrada porém não dava importância a nenhuma dessas coisas, ele tinha somente um pensamento: Sasha.
Fazia algum tempo desde a última vez em que ele tinha se encontrado com a Gatinha de Gente, e ele precisava vê-la novamente... Afinal todos os gatos machos tem necessidades.
O Líder do Clã das Sombras, andava à passos largos, ele queria encontrá-la antes que seus Duas Pernas acordassem. Um ruído vindo de um arbusto de amoras chamou sua atenção, era um roedor procurando alimento em meio a algumas folhas secas. O grande gato malhado estreitou os olhos enquanto se posicionava para golpear a presa. Quando o camundongo finalmente percebeu o felino, já era tarde demais. Estrela Tigrada ergueu sua pata direta acima de sua cabeça, e mirou no roedor. Este soltou um pequeno guincho de dor quando as grandes garras do gato perfuraram sua pele, e morreu segundos depois. Ele apanhou o camundongo e continuou a traçar seu caminho, as folhas repletas de orvalho roçavam sua pelagem espessa, e ele se sacudiu para se livrar da água incomoda.
Depois de mais alguns minutos de caminhada ele avistou o Ninho de Duas Pernas onde Sasha vivia, que estava localizado em uma Clareira isolada bem no centro da Floresta. Seu membro gigantesco começou a endurecer lentamente, como se já estivesse se preparando para a transa. Ele correu em direção à casa e saltou sobre o parapeito da janela, e começou a bater no vidro com as patas para chamar a atenção de Sasha, que estava dormindo tranquilamente em seu ninho. Ela abriu os olhos lentamente e bocejou, sem notar a presença dele de imediato. Frustado, ele começou a arranhar a superfície plana e transparente com as garras, provocando um ruído alto e desagradável. A Gatinha de Gente se voltou para ele e abriu um grande sorriso, como se estivesse esperando a dias por esse momento. Ela fez um sinal com a cauda para Estrela Tigrada, e logo em seguida desapareceu atrás da bancada da cozinha. Estrela Tigrada hesitou, ficando mais impaciente a cada segundo, ele bufou e começou a brincar com o corpo desfalecido do camundongo que havia trazido para Sasha. Alguns segundos depois ela reapareceu, mas dessa vez estava do lado de fora da casa, sentada sobre a cerca que circundava a casa.
— Como você saiu? — Estrela Tigrada indagou.
— Sai pela portinha da cozinha. — Ela ronronou, em seguida saltou da cerca para o chão e foi até Estrela Tigrada. — Me siga, é melhor entrarmos antes que meu Duas Pernas acorde!
Os dois correram até a entrada lateral da casa, a mesma pela qual Sasha tinha saído, e que tinha o tamanho exato para um Gatinho de Gente passar. Porém, Estrela Tigrada teve de espremer seu corpo grande e musculoso pela abertura. Sasha soltou uma risadinha com ao ver o companheiro entalado.
— Que droga!!! — Estrela Tigrada sibilou, se contorcendo freneticamente.
— Parece que o gato mais valente da Floresta está preso! — Ela ronronou e se aproximou dele. — Deixe me te ajudar.
Ela puxou o gato para frente até que ele tivesse finalmente se livrado da portinha, sua bela pelagem tigrada havia ficado toda emaranhada. Os dois finalmente estavam dentro da casa, e diferentemente da Floresta, o ambiente era quente e agradável. Sasha foi saltitado até seu ninho de panos, e se agachou na posição de acasalamento, deixando sua pequena vagina exposta e vulnerável.
— Pode vir Tigrão! — Ela miou em um tom provocativo e fez um sinal com a cauda para que Estrela Tigrada se aproximasse.
Sem nem hesitar, o Líder do Clã das Sombras, correu até a gata e subiu sobre seu cangote. O pênis do gato tinha dobrado de tamanho, estimulado pela tesão, e ele se preparava para penetrar a gata. Estrela Tigrada introduziu a parte superior de seu pênis na abertura estreita de Sasha. A Gatinha de Gente soltou um baixo gemido de prazer e se inclinou um pouco mais para trás, aproximando seu quadril do membro gigantesco do gato.
— Eu quero mais! — Ela geme, sentindo o pênis do gato explorar cada centímetro de seus interiores.
— Tem certeza? — Ele estreita os olhos, e mia com um tom desafiador. — Cuidado com o que você deseja gatinha, porque se eu quisesse poderia acabar com você inteirinha em só uma estocada!
E mesmo sabendo que talvez ela não aguentasse, Estrela Tigrada aumentou o ritmo drasticamente e seu pênis entrava e saía de sua abertura com uma velocidade absurda. O corpo de Sasha se encheu de espasmos e ela mal conseguia respirar. A Gatinha de Gente sentiu seu corpo amolecer, e se entregou ainda mais a Estrela Tigrada, deixando com que ele fizesse com ela o que bem entendesse. Enquanto isso, as estocadas só aumentavam. Um pequeno filete de sangue estava escorrendo da vagina de Sasha, que era muito pequena para o membro gigantesco de Estrela Tigrada. Ela soltou um gemido misto de dor e prazer, e suas patas traseiras começaram a chacoalhar de cansaço.
O líder puxou o quadril da gata para trás violentamente, e ela soltou um gritinho. O sangue começou a escorrer mais, e mesmo assim Sasha continuava a gemer de prazer. Estrela Tigrada sentiu seu pênis ficar mais ereto do que nunca, ele estava prestes a gozar! Poucos segundos depois um jato de líquido branco explodiu dentro da pequena vagina da Gatinha de Gente.
Sasha soltou uma ronronar de prazer, e começou a fazer movimentos circulares com o quadril. Estrela Tigrada abriu um sorriso satisfeito, e antes e retirar seu pênis da vagina da Companheira ele deu mais uma estocada, dessa vez mais leve.
— Gostou? — Ele perguntou, enquanto se afastava.
— Você é muito bom nisso! — Sasha miou, e soltou um ronrom agudo.
O líder do Clã das Sombras sorriu, cheio de si com o elogio da gata. Mas seus pensamentos foram interrompidos por um som de passos, vindo do corredor á sua esquerda. Um Duas Pernas idoso apareceu, seu semblante estava chocado com a cena. Estrela Tigrada sentiu sua pelagem se arrepiar, ele lançou um ultimo olhar para Sasha antes de disparar em direção à portinhola da cozinha. Mas o Duas Pernas foi mais rápido, ele se abaixou e pegou um de seus chinelos, e sem pensar duas vezes o arremessou em direção a Estrela Tigrada. O líder tigrado soltou um gemido de dor quando o chinelo chicoteou seu flanco desprotegido, e se espremeu pela portinhola rapidamente, antes que o Duas Pernas jogasse mais alguma coisa sobre ele. Sasha observava a cena de seu ninho, se esforçando para não cair na gargalhada. Ela enrolou a cauda ao redor de seu ventre rosado, estava grávida. Já fazia quase uma Lua desde que ela tinha descoberto, e pretendia contar à Estrela Tigrada em breve. O Duas Pernas lançou um olhar fulminante para a Gatinha de Gente, e gritou algumas palavras que ela não compreendeu. Depois, ele apenas retornou para o lugar de onde tinha vindo e deixou a Gatinha de Gente sozinha com seus Filhotes.



sábado, 20 de agosto de 2016

Risca de Carvão X Pata de Avenca

Pata de Avenca sentiu a luz do Sol penetrar pelos galhos do grande arbusto que formava a Toca dos Aprendizes. Ela piscou lentamente e bocejou, não havia mais nenhum gato na Toca além dela. Era seu primeiro dia como uma Aprendiz, e ela estava mais ansiosa do que nunca! Pata de Avenca trotou em direção à Clareira, a procura de seu novo mentor, Risca de Carvão. O gato negro estava sentado ao lado de um arbusto de urtigas, conversando com Rabo Longo. Pata de Avenca parou por um segundo, e começou a pentear sua bela pelagem acizentada com manchas mais escuras. Ela queria estar bonita para o seu primeiro dia como uma Aprendiz, e após acabar de se arrumar ela trotou em direção ao mentor.
— Olá Risca de Carvão! — Ela miou com animação, enquanto se sentava em frente ao Guerreiro.
— O que você quer? — Risca de Carvão disparou, sem nenhum sinal de felicidade ou empolgação em relação à nova Aprendiz. — Não vê que estou ocupado?
— Ah, me desculpe... — Ela se encolheu, sentindo-se ressentida pelo tom do gato. — Eu achei que iríamos treinar hoje... Mas se você não quiser tudo bem.
Risca de Carvão bufou, e se voltou novamente para Rabo Longo. Os dois começaram a cochichar, mas Pata de Avenca não conseguiu escutar o que diziam. Rabo Longo se inclinou sobre a orelha de Risca de Carvão e murmurou alguma coisa que fez os olhos do Guerreiro cinza escuro brilharem com empolgação.
— Está bem, — Risca de Carvão se levantou e deu um passo à frente. — Acho que você vai adorar o que vamos fazer hoje!
Um sorriso surgiu no rosto de Pata de Avenca, e ela foi saltitante em direção à saída do Acampamento. Risca de Carvão estava logo atrás dela, e tinha um olhar malicioso estampado em sua face. Antes de desaparecer no túnel de tojos, ele lançou um último olhar para Rabo Longo. Os dois Guerreiros soltaram risadas malvadas, e Rabo Longo fez um sinal com a cauda para que Risca de Carvão fosse atrás da Aprendiz.
"Ah Rabo Longo," Risca de Carvão pensou consigo mesmo enquanto caminhava lado a lado com Pata de Avenca, indo em direção ao Vale de Areia. "O que eu faria sem você e essas suas ideias geniais?".
Quando os dois gatos finalmente chegaram ao Vale de Areia, onde os aprendizes costumavam treinar com seus mentores, Pata de Avenca disparou em direção ao centro do local. Seu coração estava acelerado, e seus belos olhos verdes faiscavam com entusiasmo.
— Nossa! — Ela miou, um pouco ofegante de tanto correr de um lado para o outro. — Aqui é tão grande! O que vamos treinar primeiro?
Risca de Carvão não respondeu, apenas se aproximou lentamente da Aprendiz com um olhar sombrio. Ela não notou a expressão macabra do Guerreiro, e foi pega de surpresa quando ele pulou sobre suas costas e a derrubou com força no chão arenoso.
— O que você está fazendo?! — Ela gemeu, enquanto se contorcia numa tentativa de se livrar do Guerreiro.
— Shhh! — Ele sussurrou na orelha dela. — Fique quietinha!
Risca de Carvão diminui seu peso sobre a gata, e se afastou um pouco dela. Pata de Avenca estava trêmula, e não ousava se mexer.
— Isso mesmo. — Ele ronronou, enquanto cravava as garras lentamente sobre o quadril da gata.
Pata de Avenca soltou um pequeno guincho de dor, e mais uma vez tentou se livrar do Guerreiro... Mas ele era muito mais forte do que ela.
— Eu estou com medo Risca de Carvão... — Ela gaguejou, seu corpo inteiro tremendo.
— Não se preocupe. — O gato malhado de tons escuros respondeu, e puxou o quadril de Pata de Avenca para si. — Isso só vai doer um pouquinho! E além do mais, você vai ter que se acostumar com isso porque é uma coisa muito comum entre mentores e aprendizes.
Pata de Avenca engoliu em seco, ela sentiu seu quadril ser puxado por Risca de Carvão. Alguma coisa dura e espessa estava sendo pressionada contra sua abertura, mas como estava de costas para o gato ela não conseguiu ver o que era.
— Isso pode doer um pouco na primeira vez, — Ele miou, esfregando seu pênis cheio de tesão na vagina rosada da Aprendiz. — Mas não importa o quanto doloroso isso seja, você vai ter que ficar quieta!
Ela acenou com a cabeça, não sabia o que aconteceria com ela se gritasse... Mas decidiu ficar em silêncio, assim como Risca de Carvão havia ordenado. Pata de Avenca sentiu um sentimento estranho tomar conta dela, sua vagina estava ficando cada vez mais quente e sua respiração estava ofegante. Risca de Carvão respirou fundo, e pressionou seu membro contra a abertura virgem de Pata de Avenca, de modo que seu pênis começou a pentear lentamente nos interiores da gata.
— Sabe essa sensação que está tendo? — Ele acariciou a cabeça da Aprendiz com sua pata. — Não é boa?
— Acho que sim... — Pata de Avenca miou com dificuldade. — Mas está me machucando, eu sinto como se estivesse sendo empalhada.
Risca de Carvão mordeu a nuca da Aprendiz, e aumentou o ritmo das estocadas. Era tão bom ter uma vagina virgem e pequena a sua disposição! Ele sentia sem membro ser inundado pelos líquidos quentes da gata, isso era tão bom.
Ela estava com falta de ar, e mal tinha forças para mexer seu corpo. Risca de Carvão agarrou o quadril da gata novamente e começou a fazer movimentos circulares com ele.
— Para por favor... — Ela sussurrou, usando todas as forças que lhe restaram. — Está doendo muito...
— Eu disse que era para você ficar quieta! — Risca de Carvão sibilou, sua pelagem escura se eriçando por causa da raiva. — Agora você vai descobrir o que é dor de verdade!
E assim que disse isso, ele retirou o pênis da vagina da Aprendiz. Agora, a abertura da Aprendiz estava bem maior do que antes da transa. O Guerreiro desembainhou as garras afiadas e começou a acariciar a vagina recém-fodida de Pata de Avenca. Como era uma parte muito sensível para os gatos, foi fácil fazer cortes nela com suas garras pontudas. Pata de Avenca soltou um gemido agudo de dor, que ecoou pela Floresta. Risca de Carvão gelou de medo, será que algum gato iria vir até eles? Ele não podia correr esse risco. Mas ao mesmo tempo, ele sabia que devia castigar a Aprendiz, então ele introduziu as garras na abertura. O sangue começou a sair em abundância pela vagina de Pata de Avenca, e ela começou a chorar de dor.
— Me largue seu monstro! — Ela choramingou, sentido o sangue escorrer pela sua barriga.
Nesse exato momento um gato marrom escuro saiu dos arbustos que circundavam o Vale. Embora sua visão estivesse embaçada, Pata de Avenca conseguiu ver que era Pelagem de Poeira. O jovem guerreiro correr até Risca de Carvão, e pulou sobre o cangote do gato malhado.
— Deixe essa Aprendiz em paz, Risca de Carvão! — Pelagem de Poeira sibilou, enquanto cravava suas garras no ombro de Risca de Carvão.
Os dois guerreiros começaram a lutar ferozmente, e Pata de Avenca se encolheu em um canto da Clareira. O sangue ainda estava escorrendo pela sua vagina ferida, e ela estava chocada com a experiência que acabara de vivenciar. Ela observava os dois gatos lutarem, e torcia para que Pelagem de Poeira desse uma lição em Risca de Carvão! Os desejos da Aprendiz, afinal se tornaram realidade.
Pelagem de Poeira era bem mais jovem que Risca de Carvão e se movia com mais agilidade e rapidez. Na final, Risca de Carvão, caiu no chão exausto e sem forças para lutar. Pelagem de Poeira estreitou os olhos para ele, com um misto de desgosto e nojo em sua expressão.
— Risca de Carvão, — Ele mia se afastando e deixando-o largado em meio a areia do solo. — Você me dá nojo!
O guerreiro negro estava muito cansado para responder, ele estava com alguns ferimos... Mas nenhum era grave o suficiente para matá-lo. Pelagem de Poeira foi em direção a Pata de Avenca, e estava com uma expressão gentil estampada em seu semblante cor de âmbar.
— Obrigada, — A Aprendiz miou, ainda encolhida nas sombras de uma samambaia. Ela ainda estava chorando. — Você salvou minha vida, Pelagem de Poeira.
— Eu sinto muito Pata de Avenca... — Havia dor na voz do Guerreiro, ele se agachou e se sentou ao lado da gata. — Queria poder ter chegado antes e impedido que isso acontecesse.
Pata de Avenca apoio a cabeça no ombro do Guerreiro, e suas lágrimas começaram a escorrer pela pele marrom do Guerreiro. Ele encostou seu focinho sobre a testa da Aprendiz, e deu uma lambida carinhosa em suas orelhas.
— Pelagem de Poeira, — Ela murmurou, pressionando seu corpo contra o dele. — Eu não quero que o Clã saiba do que aconteceu...
— Como assim? — Pelagem de Poeira respondeu, com um tom ultrajado. — Risca de Carvão tem que ser punido!
Pata de Avenca deixou sua cabeça pender sobre as patas, e ficou por alguns segundos em silêncio. O guerreiro a envolveu com a cauda, puxando-a para perto de si.
— Eu foi uma tola para confiar em Risca de Carvão! — Ela suspira, arranhando o solo com as patas. — Não queria que os outros gatos pensassem isso de mim.
Pelagem de Poeira fitou a gata, e ele viu que ela estava falando a verdade. Ele hesitou por alguns segundos, mas era impossível discordar dela quando se estava hipnotizado por esses lindos olhos verdes.
— Está bem, — Ele cede, e se inclina para frente em direção a orelha de Pata de Avenca. — Mas me prometa que nunca mais vai deixar ele te machucar de novo!
— Eu prometo. — Ela mia com confiança, enxugando as lágrimas de seu rosto com as patas e abrindo um sorriso fraco.
Pelagem de Poeira lambeu a testa dela uma última vez, e a Aprendiz ronronou. É incrível de onde o amor surge, tão inesperado, tão repentino... Às vezes ele surge nas situações mais improváveis, mas é isso que o faz misterioso e mágico.



domingo, 29 de maio de 2016

Folha Manchada X Pata de Fogo

Pata de Fogo sentia seu coração bater mais rápido a cada passo, estava mais nervoso e apreensivo do que nunca! Ele esperava por esse dia há muitas Luas, e agora finalmente tinha conseguido juntar coragem para confrontar a bela Curandeira do Clã do Trovão, Folha Manchada. O Aprendiz traçou seu caminho pelo Túnel de Samambaias de levava até a Toca da Curandeira. O dia estava quente, e uma brisa morna roçou a pelagem do gato ao passo que ele se aproximava da entra da Toca. Ele parou de súbito para analisar o interior da Toca antes de entrar, Folha Manchada estava virada de costas para a entrada sortindo algumas ervas. Pata de Fogo abriu a boca para inalar o doce o aroma da gata, que preenchia o ambiente. Automaticamente, Folha Manchada se virou e o encarou, como se tivesse sentido a presença do Aprendiz. Ela tinha uma expressão serena e calma, como sempre, e correu os olhos pelo corpo do gato para ver se ele estava ferido. Não havia nada demais, apenas uma única coisa que fez a Curandeira abafar uma risadinha: o pênis dele estava completamente ereto.
— Não se preocupe Pata de Fogo, — Ela miou, um pouco corada e sem se dar conta de que o gato a observava com paixão. — É normal isso acontecer com gatos da sua idade, daqui a pouco passa.
O Aprendiz se aproximou ainda mais dela, os dois tinham a mesma altura apesar de ela ser um pouco mais velha. Ele abriu um sorriso malicioso e pressionou seu focinho contra o da Curandeira.
— Acho que você entendeu errado Folha Manchada, sério mesmo que não notou que estou com tesão de VOCÊ?
Ao ouvir essas palavras a gata entrou em estado de choque. Ela sentiu suas pernas tremerem se encolheu um pouco, mas o Aprendiz tinha a deixado encurrala-dá. Eles estavam bem no fundo da Toca, onde nenhum gato podia vê-los ou ouvi-los. O coração de Folha Manchada começou a bater mais rápido quando o aprendiz colocou a pata sobre sua barriga macia, a forçando contra o chão.
— Pata de Fogo, o que você pensa que está fazendo? Eu sou uma Curandeira!
Mas o Aprendiz não diz nada, apenas se inclina sobre ela, fazendo com que a gata ficasse completamente deitada no chão arenoso. A Curandeira sabia que isso não estava certo, mas ele o amava... E não podia negar isso! Por mais que quisesse ela não ia conseguir resistir a ele. Pata de Fogo começou a passar sua língua áspera pelo pescoço de Folhas Manchada, fazendo a gata soltar pequenos gemidos. Ela sentiu uma sensação estranha percorrer seu corpo esbelto, uma sensação que nunca havia sentido antes... E que nenhum Curandeiro deveria sentir! O gato começou a lamber as partes mais baixas dela, indo cada vez mais para baixo até chegar em sua abertura vaginal. Folha Manchada abriu um pouco as pernas, para aumentar o espaço de trabalho do Aprendiz.
— Folha Manchada, — Pata de Fogo miou, depois de acabar de lamber a vagina da gata. — Eu sei que você não pode fazer isso, mas eu te amo...
— Está tudo bem Pata de Fogo, eu também te amo! — Ela se esforçou para se inclinar para frente e deu uma lambida reconfortante no focinho do Aprendiz. — Acho que estou pronta.
Ele fez um sinal positivo com a cabeça e aproximou seu pênis, de tamanho regular, da pequena vagina rosada da Curandeira. Ela ronronou e sentiu a respiração ficar ofegante, nunca havia feito isso antes! Folha Manchada ainda era virgem, e sentiu a tensão dominar seu corpo. Pata de Fogo começou a penetra-lá bem lentamente, a vagina da gata era bem estreita. Ela envolveu ele com as patas, de modo que os dois ficaram coladinhos um ao outro. O Aprendiz avançava bem lentamente, com medo de machucar o corpo frágil dela. Folha Manchada sentiu seus belos olhos côr de âmbar marejarem, numa mistura de dor, prazer e emoção. Percebendo que ela estava gostando, ele aumentou o ritmo. Seu membro entrava e saía da vagina tão rápido, que mal dava pra ver o movimento. As paredes internas da Curandeira se contraíram, como se quisessem prender o membro dele dentro dela. Isso deixava a penetração mais lenta, mais ainda mais prazerosa! Ele começou a dar estocadas mais violentas, fazendo a Curandeira soltar gemidos agudos e contínuos. Ele sentiu um sentimento estranho no seu pênis, estava prestes a gozar. Ao perceber isso, Folha Manchada ficou pasma e se lançou para trás um segundo antes do jato branco explodir. Sua expressão estava repleta de medo, havia escapado por pouco!
— Folha Manchada? Você está bem? — Pata de Fogo perguntou, preocupado com ela.
— Sim, estou bem. — Ela observou o líquido branco e gosmento se espalhar pelo chão da Toca. — Se esse líquido eclodisse dentro de mim poderia ficar grávida, e isso seria péssimo!
— Ah entendi... Me desculpe. — Ele deixa a cabeça pender sobre o peito, meio decepcionado por quase estragar a vida de Curandeira da gata.
— Tudo bem, — Ela se aproximou dele e envolveu seu membro, agora já não mais ereto, com sua cauda felpuda. — Você não sabia disso né? Mas da próxima vez me avise quando for gozar!
— Próxima vez? — Os olhos verdes dele brilharam de empolgação e ele se inclinou para dar um beijo apaixonado em Folha Manchada. — Que tal nos encontramos amanhã na Toca dos Aprendizes? É claro, quando todos os outros saírem do Acampamento.
Ela acenou positivamente e se agachou para lamber o líquido branco com a língua rosada.
— Pode voltar para suas tarefas, eu me viro com a limpeza da Toca! — Ela miou gentilmente, ainda corada, e observou o gato se retirar. "Ah Pata de Fogo, se você soubesse o quanto eu te amo..." Mas antes que pudesse terminar sua frase, ela ouviu choros desesperados e correu até eles para ver o que estava acontecendo. Quando chegou lá encontrou Cara Rasgada, do Clã das Sombras, encurralando os Filhotes de Pele de Geada.
— O que você está fazendo?! — Ela sibilou, com as costas arqueadas.
Ele se voltou para ela e abriu um sorriso malicioso, em seguida pulou sobre a Curandeira e a imobilizou no solo arenoso.
— Hmm, o que temos aqui? — Ele sussurrou com um tom provocativo na orelha da gata. — Acho que está na hora do velho Cara Rasgada se divertir um pouco!
E assim que disse isso, ela percebeu o que estava prestes a acontecer. O Guerreiro introduziu seu membro, três vezes maior que o de Pata de Fogo, na vagina da gata. Folha Manchada gritou de dor, e o sangue começou a escorrer de sua pequena vagina rosada. Filhote de Cinza e Filhote de Samambaia os observavam, horrorizados com a cena grotesca.
— Ei Vadia! Se você continuar gritando, corto sua garganta!
Folha Manchada sentiu o medo de morrer crescer dentro de si, mas a dor era maior e conseguiu supera-lo. Ela sentiu o pênis gigantesco do gato arrombar seu interior, e fluxo de sangue que saia de sua vagina só aumentava cada vez mais. Ela soltou um gemido de dor, e este foi seguido por um grito estridente. Sem hesitar, o gato do Clã das Sombras, levou as garras ao pescoço de Folha Manchada e as cravou na garganta da gata. Seu corpo inerte caiu no chão, e seus belos olhos côr de âmbar se fecharam lentamente.
— Que pena, ela até que era bem gostosa para uma Curandeira. — Cara Rasgada miou indiferente. — Agora me sigam Filhotes, a menos que queiram ter o mesmo destino que essa aí!
Filhote de Samambaia e Filhote de Cinza seguiram o gato, traumatizados pelo resto da vida.


domingo, 22 de maio de 2016

Pata de Urze X Pata de Leão

A Toca dos Aprendizes estava vazia. Pata de Urze olhou em volta, entediada, e se espreguiçou. O Sol já estava a pino, e a Clareira do Acampamento estava repleta de gatos. A aprendiz abocanhou um pedaço de musgo que estava enroscado em sua pelagem e o retirou delicadamente, em seguida ela saiu saltitante pela entrada da Toca. Seu mentor, Pena de Corvo, estava conversando com Cauda Alva, sua mãe. Ela respirou fundo, e pensou em uma forma de sair do Acampamento do Clã do Vento sem ser vista. Hoje ela iria se encontrar com Pata de Leão, o gato com o qual ela havia se apaixonado algumas Luas atrás. Ele era um aprendiz do Clã do Trovão, mas ela não ligava para isso. Os dois se amavam, e era isso o que realmente importava. Só de pensar na ideia de se encontrar com ele, Pata de Urze se animou. Ela deu as costas para a Clareira e correr em direção aos limites do acampamento. Nenhum dos guerreiros a viu, para sua sorte. O acampamento do Clã do Vento era a céu aberto, não haviam paredes ou qualquer tipo de proteção, apenas cavidades no solo que os felinos usavam como Tocas e abrigos.
A aprendiz correu pelas colinas descampadas que circundavam o acampamento, o vente tocava sua pelagem bege e ela sentia as patas pinicarem de entusiasmo. Quando chegou na borda do riacho que formava a fronteira do Clã do Vento com o Clã do Trovão, percebeu que ele já estava lá, esperando ansioso por ela.
A aprendiz sorriu e caminhou até ele. Pata de Leão se jogou sobre Pata de Urze e caiu sobre ela, os dois rolaram colina abaixo, seus corpos colados em uma sintonia. Quando finalmente chegaram a uma superfície plana, Pata de Urze começou a rir:
— Saia de cima de mim!
O aprendiz do Clã do Trovão se inclinou e lambeu a face da gata. Pata de Leão estava corado, o corpo esbelto da gata estendido abaixo dele estava fazendo com que seu membro ficasse duro e ereto. Pata de Urze não fazia ideia do que estava acontecendo, ela tentou se virar de lado para sair de baixo do gato. Mas então, o pênis excitado de Pata de Leão entrou em contato com a barriga rosada da gata. Ela ficou pasma, automaticamente olhou para baixo e percebeu o membro ereto com uma ponta avermelhada que se sobressaía.
— Não é o que você está pensando! — Pata de Leão miou com uma pontada de desespero. — Eu só...
Mas ele não conseguiu terminar a frase, Pata de Urze havia se erguido sobre as patas traseiras e estava inclinada na direção dele. Seus belos olhos lilás cintilaram com entusiasmo e ela aproximou os lábios dos de Pata de Leão. O gato ficou sem ar, ele sentia a tesão tomar conta de seu corpo. Os dois estavam lá, unidos pelos misteriosos laços do amor. Nada mais importava, nem os mesmo o sagrado Código dos Guerreiros. O pênis de Pata de Leão apenas se endureceu mais ainda, ele sentia como se todo o sangue de seu corpo estivesse sendo direcionado para esta região. Pata de Urze se afastou de súbito e abafou uma risadinha com a pata:
— Pata de Leão, — Ela soava sincera. — Hoje sou só sua, quero que faça o que desejar comigo!
Assim que disse isso, a gata se deitou de costas no chão arenoso. Sua cauda estava enrolada sobre o lugar onde ficava sua vagina. Pata de Leão sentiu seu pênis latejar, o fato de não conseguir ver a extremidade da gata apenas o deixava mais excitado. Pata de Urze também sentia tesão; diferente da maioria das gatas, ela não estava nem um pouco apreensiva ou insegura. Cauda Alva já havia conversado com ela sobre isso, ela disse que devia fazer somente quando se sentisse pronta para isso. A aprendiz respirou fundo e fitou Pata de Leão, que estava erguido acima dela. Seu membro era incrivelmente grande e espesso, para um aprendiz. Isso só fez com que ela se excitasse ainda mais, e sem pensar duas vezes: retirou a cauda que estava enrolada entre suas pernas, deixando sua abertura vaginal completamente exposta. Pata de Leão se inclinou lentamente para a frente, e a ponta de seu pênis todos os lábios molhados da vagina de Pata de Urze, que soltou um ronronar prazeroso.
— Posso? — Ele levanta o olhar para ela, cheio de tesão.
Ela acenou positivamente, e então o gato agarrou a cintura dela com as duas patas, e com seu membro posicionado devidamente, a puxou para si. Uma onde de prazer inundou os dois, a aprendiz começou a mexer os quadris delicadamente, fazendo com que o pênis dele deslizasse de um lado para o outro dentro dela. Pata de Leão estava em êxtase, ele mal conseguia respirar. O interior quente e apertado de Pata de Urze estava deixando ele louco, então mais uma vez tirou e enfiou seu membro na vagina dela.
— Isso é tão bom, — Pata de Urze sente sua vagina se contrair de prazer, as paredes internas se apertam e o espaço para o pênis de Pata de Leão diminui, mas isso só aumenta o prazer do gato e ele aumenta o ritmo. — E-eu te amo...
Estimulado pelas palavras dela, o aprendiz começa a dar estocadas mais profundas. Os gemidos de Pata de Urze ficam mais agudos ao passo de que o pênis dele penetra cada vez mais fundo em sua vagina virgem. Um filete de sangue saia de sua abertura, mas ela mal tinha notado, o prazer era tanto que a dor nem lhe incomodava.
— Eu vou gozar!
Dito isso, um jato de líquido branco e gosmento explodiu dentro da vagina de Pata de Urze, e ela soltou um gemido estridente. Todos os músculos de Pata de Leão estavam tencionados, e ele dava pequenas tremidas de prazer. O aprendiz retirou seu membro delicadamente, e quando este saiu estava envolvido em gozo e outros líquidos. A gata esticou as pernas e soltou um suspiro de prazer e alívio, em seguida ela se levantou e estendeu a língua na direção do pênis de Pata de Leão. Ela fazia movimentos circulares em volta do membro, e fazia sua língua áspera percorrer cada extremidade. Pata de Leão sentiu sua respiração ficar mais rápida e a cada lambida dela, seu membro ficava mais duro e se enchia de prazer.
— P-pata de Urze... — Ele falou ofegante.
— Está gostando disso? — Ela mia com uma voz provocativa enquanto começa a chupar os grandes testículos do gato.
Neste exato momento, um pequeno jato de gozo saiu do pênis do aprendiz, não tão grande quanto o outro.. Mas ainda assim era o suficiente para fazê-lo gemer de prazer. Pata de Urze engoliu o líquido, e passou a língua mais uma vez pelas extremidades do gato antes de se afastar um pouco.
— Ah Pata de Leão, — Ela miou com uma voz doce e delicada. — Foi tão maravilhoso!
Ele corou um pouco, as palavras dela o alegraram. A aprendiz se virou de costas para ele e mostrou sua vagina recém-fudida. Estava avermelhada e uma mistura de líquidos escorria por ela e suas extremidades.
— Fico feliz que você gostou. — Ele também se levantou e caminhou até a gata, e gentilmente começou a lamber a vagina dela.
— Por favor pare. — Ela mia em um tom sério, se afastando dele.
— Eu fiz algo errado? — Pata de Leão pergunta, se sentindo rejeitado.
— Não, — Ela olha para baixo ainda seria. — É que tenho que voltar para o acampamento antes que percebam que eu saí, e se descobrirem que fizemos isso... Estamos mortos!
Ele deixou a cabeça pender sobre o peito, ainda um pouco decepcionado, mas concordou. Pata de Urze caminhou em direção às colinas que cercavam o acampamento do Clã do Vento, e desapareceu. Pata de Leão, por sua vez, ainda ficou lá por mais algum tempo: e nem desconfiou que um par de olhos côr de âmbar o observava com raiva. Por fim, ele resolveu retornar para o Clã do Trovão, seu pênis pendia de sua barriga, ainda excitado pela transa. O gato lançou um olhar para ele e deu um sorrisinho malicioso:
— Parasse que meu brinquedo quer mais! Acho que Pata de Gelo vai adorar dar uma cavalgada nele, mas é melhor eu me apressar.
E assim que disse isso, desapareceu entre os grandes Carvalhos que cercavam o território do Clã do Trovão. Neste exato momento, o par de olhos saiu de seu esconderijo em um arbusto. Era um gato preto e magro, de longas pernas e patas retintas. Ele rangeu os dentes:
— Como Pata de Urze pode gostar de um gato como esses? Eu seria um companheiro mil vezes melhor para ela, se ela ao menos soubesse que eu existo...
Ele mia meio tristonho, e em seguida, também retorna ao acampamento. Seu pênis fino estava duro de tesão, apesar de odiar Pata de Leão, só o fato de poder contemplar o corpo perfeito de Pata de Urze já o deixada excitado.